1ª HistĂ³ria:
PortugĂ¡lia
Era uma vez um gato preto numa rua vazia que estava a foder com uma cadela branca e a dar-lhe lambidelas na pata frontal esquerda que estava numa lata de comida que servia de comida de um chinĂªs. Mas o gato nĂ£o gostou de enrabar a cadela e, por isso, foi lavar os dentes mas reparou que a escova estava fora de alcance e decidiu ir dar uma volta. Pelo caminho encontrou uma gaja que lhe fez muito sexo oral mas chegou a levĂ¡-la a passear. Sem querer tropeçou numa casca e quase ia caindo em cima de uma bosta de cavalo bem grande mas desviou-se e lĂ¡ conseguiu afastar-se mas acabou por cair na poça de Ă¡gua. Todo fodido foi beber uns copos mas, de tĂ£o bĂªbedo que ficou, pensou em voltar e dar uma prenda Ă cadela mas arrependeu-se e foi para o centro comercial comprar umas cervejas porque queria beber atĂ© nĂ£o poder mais. Embebedou-se e foi para a rua cantar e dançar para ganhar dinheiro porque queria comprar ainda mais cervejas. Começou a contar o dinheiro, que jĂ¡ era o suficiente para comprar droga a um 'pit bull' muito fofo e acorrentado a um poste de electricidade um bocado inclinado.
Fim de histĂ³ria.
Fim de histĂ³ria.
2ª HistĂ³ria:
PortugĂ¡lia
Era uma vez um homem que foi a um bar num sĂtio bastante fino e pediu uma tosta de queijo e um cafĂ© com leite. NĂ£o pagou e tentou fugir com a comida mas o empregado foi atrĂ¡s dele e bateu-lhe com paus com pregos atĂ© lhe começarem a espetar na cabeça com muita força e morreu trĂªs vezes. Apareceu o vocalista dos 'Fingertips' chamado ZĂ© Manel calculando umas cenas que tĂªm o sumĂ¡rio mal escrito. EntĂ£o, ele decidiu corrigir o sumĂ¡rio para nĂ£o se pĂ´r numa cena lixada porque ele era muito maricas. Depois disso, ele decidiu ir mijar contra a parede de betĂ£o cor-de-rosa atĂ© que reparou que havia ali um 'graffiti' feio e entĂ£o apeteceu-lhe o Tiago Costa e entĂ£o ele começou a correr. Entretanto levou no cu uma picada daquelas que dĂ³i como ir ver a Ondina no bar do(a) Gunagem, que lhe chamaram o 'House' - aquele da TVI -, para lhe darem um globo douro metido no cu que, por outro amigo, foi apanhado. Mas mesmo assim, ele conseguiu fugir para a casa de uma pega italiana, bem boa, por sinal, mas que tinha pelos no nariz, grandes como caralho mais velho, irmĂ£o do caralho mais novo que fazia comida para o caraguinho porque ele nĂ£o sabia pĂ´r azeite na cona da tia que era apertada e bem farfalhuda e tinha ninhos de vĂ¡rios animais peludos e ferozes naquele sĂtio fofo onde se costuma enfiar lĂ¡ um caralho propriamente dito e tambĂ©m se lambe quando tem mel por cima porque assim sabe muito mesmo muito doce mesmo docinho assim como o rabinho da tua tartaruga das CanĂ¡rias porque lĂ¡ tambĂ©m hĂ¡ coisas que impressionam uma pessoa. Dito isto, ele saiu de casa e começou a caminhar estrada abaixo atĂ© que tropeçou numa coisa mole e machucou-se no lombo felpudo. AĂ, ele foi a praguejar: "mas que coisa?". EntĂ£o, depois, entrou numa casa e fechou a porta mas entalou a unha na fechadura e gemeu tanto que se ouviu atĂ© nas profundezas da cave obscura em que vivia a velha anafada com uma borbulha no meio da sua oleosa testa cheia de rugas, das quais saĂam pĂ©talas de flores com um cheiro a rosas de cave obscura em que vivia a velha anafada com uma borbulha no meio da sua oleosa testa cheia de rugas, das quais saĂam pĂ©talas de flores com um cheiro a rosas de primavera. Um corno grande e meio marreco, quis ir prĂ³ grande concurso de beber cervejas sem Ă¡lcool, pois essas sĂ£o perfeitas. Entretanto, foi para a casa de bordeis e chulos para aprender como as artes kamasutricas sĂ£o calorosamente agradĂ¡veis e ajudam a melhorar o mundo dos alcoĂ³licos anĂ³nimos e a fazer bandas desenhadas erĂ³ticas para as pessoas com dentes podres que nĂ£o podem senĂ£o chupar chupa-chupas coçando narizes e mamilos um pouco tesinhos de andar Ă chuva sem a devida protecĂ§Ă£o o guarda-lamas meio enlameado e com cor de vaca quando foge, entretanto no mundo dos coelhos da PĂ¡scoa, estava um game-boy velho meio novo que estava com o pokemon mais feio do planeta misterioso dos macacos voadores peludos com pulgas nos pelos menos prĂ³prios quando os coçavam com os dentes e ficavam com borbulhas no cu com cores vivas e bem vivas limpas com skip daqueles de saquetas tira-nĂ³doas inĂºteis que se compra na loja dos 300 que agora Ă© 1,50€ onde raparigas romenas e bem gostosas trabalham 20 horas por mĂªs e ganham 20 euros para comprar gansa e coca.cola para beber nas ruas do intendente que por acaso estĂ£o mesmo muito degradadas devido aos seus trabalhos sexuais muito porcos e mais estranhos que o nariz do MJ pela manhĂ£ quando acordava com crianças cujo o nome desconhecem apĂ³s uma boa noite de calorosas carĂcias e muitos beijos e chupões.
3ª HistĂ³ria:
PortugĂ¡lia
Num dia de sol radioso e de calor acolhedor, uma pequena toupeira de nariz achatado e garras afiadas, decidiu comprar um leitor de VHS com luzinhas bem coloridas, para dar filmes dos anos 80 acompanhados de muitos amigos e amigas, e muitas pipocas bem docinhas e tambĂ©m salgadinhas. Pois tinha uma pĂ©ssima pessoa que gostava de atar animais, principalmente doninhas com grandes cabeças que sĂ£o umas pobres cabeças fofas que usam lacinhos vermelhos, e tambĂ©m Ă³culos escuros que condiziam com suspensĂ³rios Ă¡s bolinhas e jardineiras roxas com um crachĂ¡: "Eu como arroz!", e umas meias cor-de-rosa. Mas ela vivia no meio da lixeira pĂºblica de Lisboa, pois esta estava cheia de arroz que ela comia constantemente, pois tinha o crachĂ¡, para informar que gosta de arroz, agrafado ao peito. Mas tambĂ©m Ă© aquela coisa que se faz gritando alto para todos ouvirem sem hesitar e se mentalizarem que o melhor Ă© o arroz doce da avozinha. Entretanto, ela decidiu fazer 5 bolos, pegar numa cestinha, e leva-los Ă insanidade total, ou entĂ£o Ă loucura parcial, especialmente se os bolos contiverem veneno que cause tais danos cerebrais ao cĂ©rebro, mas pensando melhor serĂ£o danos musculares, pois estes tambĂ©m sĂ£o cĂ©rebro, uma vez que era bastante potente. No fim do dia, decidiu finalmente combinar fazer uma bela orgia para os divertir enquanto tentava cozinhar o tal arroz de ratos roxos Ă s pintas amarelas, que a sua mĂ£e tanto apreciava. Feito o arroz de rato, foram dar uma curva ao bilhar grande do Chiado.
Noutro mundo, a irmĂ£ violava coelhos azuis, pois os verdes arranham. Pois quando se apercebeu que os coelhos tinham suspensĂ³rios de metal. Entretanto, nas profundezas da CoelhĂ³city, os coelhos faziam aquilo que todos fazem quando estĂ¡ escuro, jogar cartas fluorescentes do pokemon, enquanto comem doces natalĂcios em forma de cravos com uma bola de chocolate. Quando eles foram dançar o tango num clube, todo cocĂ³ e feio, de gays com suspensĂ³rios de plĂ¡stico com bananas e coisas giras cheias de mariquices, eles fizeram uma roda em que um ficava no meio a dançar limbo ao contrĂ¡rio, pois era necessĂ¡rio que algo fosse gamado de dentro do distrito de Chelas, pois Ă© lĂ¡ que se fazem os mais banais tipos de coisa que se vĂªem aĂ pelas ruas, ou seja, prostituiĂ§Ă£o. E se alguĂ©m comesse computadores medievais. Entretanto decidiram fazer coisas roxas prĂ©-histĂ³ricas na casa do JosĂ© Castelo Branco onde o mesmo estava a tomar chĂ¡ com a Eva Mendes nua e com o Fernando Rocha, que por vezes dizia palavras exageradamente obscenas, como por exemplo: "Podia fazer o obsequiou...".
Enquanto isso, na Disney Land Paris, no cimo da torre do castelo, um coelho striptsava para mostrar que tem tanto potencial debaixo do galo, como em cima do fogo. Mas surgia um demĂ³nio grande e peludo com uma coisa a cair para um dos lados do seu grande pĂ©, que tinha duas unhas meio encravadas e tambĂ©m cheias de merda e com cabelos repugnantes e atĂ© metiam nojo ao Ogre do Érri, que mesmo assim nĂ£o era tĂ£o nojento como o presidente dos estados desunidos que por teimosia se juntaram para causar uma banca de limonada que vendia por preço de um simples copo seu que continha uma enorme bosta de coelho radioactivo roxo que cheirava pior que uma coisa que nĂ£o tinha nada a ver a capuchinha azul, cor-da-relva, da minha tia-avĂ³ Gertrudes, que era prima da tua mĂ£e. Quando esta queria um grande pudim feito de ranho de amendoim amanteigado jĂ¡ com casca, porque a tinham pendurado mesmo no teu grande avatar que nĂ£o comia carne de merda. Com este pau grosso que espetava mesmo no olho do JoĂ£o. E ele, coitado, saiu de casa sem saber o caminho de volta, pois era um bode sem grande sentido de orientaĂ§Ă£o.
Depois saltou graciosamente para cima de um grande pacote que afinal era feito de um material viscoso chamado: "Carne de Vitela", com um toque refinado de um pequeno e delicado morango de baunilha com toque de um camelo afrodisĂaco com cheiro a canguru verde e roxo acompanhado de um quĂmico meio desconhecido.
No dia seguinte, houve um desastre perto da casa onde, normalmente, alguĂ©m costuma dormir tranquilamente, este aconteceu depois de um cheiro de nĂveis desagradĂ¡veis Ă medida que quando sĂ£o libertados por orifĂcios traseiros, causam uma reacĂ§Ă£o tĂ³xica quĂmica. Mas nĂ£o fez efeito, pois um grande badalhoco, como o ZezĂ© Camarinha, nĂ£o engata suecas novas, sem utilizar certos utensĂlios de cozinha grandes e afiados, com formas cilĂndricas e quadradas. Depois começou a comer tudo o que havia no buffet. Quando terminou, foi Ă pesca de latas, botas, pneus, peixes, alforrecas e tubarões, para depois dos ovos mexidos caminharem pela estrada acima. Quando apareceu um lobisomem com grandes tintins e pintelhos deformados pelo uso, entĂ£o este saltou em cima de um grande cacto que jĂ¡ morreu, e que, infelizmente, ressuscitou no momento exacto em que saltou. Depois olhou Ă direita e viu uma grande bosta e pensou que poderia ser de uma grande vaca, chamada: "Lili Caneças", vestida com estranhos trapos velhos reduzidos, que o faziam os olhos arder tanto que atĂ© ficavam em cinzas. Mas de repente, vacas roxas arrotam para cima de pessoas demasiado chiques para conseguirem fugir de baleias deficientes que as atropelavam quando as trutas começaram a saltar para cima do barco a vapor. A electricidade, que acendia os farĂ³is do barco rebocador que arrebatava um ser muito infeliz e incompetente que mostrava ser muito parecido com aquele gajo que matava alguĂ©m naquele sitio muito conhecido, como na rua, mas mais acolhedor como em casa, fazendo com que ele se borrasse todo por uma miĂºda, gira como o cĂ©u que pisas e adoras, que deu um traque em cima da cabeça do gajo que pinta paredes caiadas de terra pelo cĂ©u acima e que estavam muito lindas e particularmente bem arranjadas e organizadas, de tal forma que morreram todos com muita dor e com amor, atĂ© estarem todos perplexos com o meu granda c#r3h6 de pequenas dimensões, cheio de coisas aparentemente impossĂveis de ver e imaginar, as quais somente marcam uma pessoas, ao imaginar e sequer pensar na tua coisa que fumega e tambĂ©m arde com um cheiro a gĂ¡s muitĂssimo mal-cheiroso.
Noutro mundo, a irmĂ£ violava coelhos azuis, pois os verdes arranham. Pois quando se apercebeu que os coelhos tinham suspensĂ³rios de metal. Entretanto, nas profundezas da CoelhĂ³city, os coelhos faziam aquilo que todos fazem quando estĂ¡ escuro, jogar cartas fluorescentes do pokemon, enquanto comem doces natalĂcios em forma de cravos com uma bola de chocolate. Quando eles foram dançar o tango num clube, todo cocĂ³ e feio, de gays com suspensĂ³rios de plĂ¡stico com bananas e coisas giras cheias de mariquices, eles fizeram uma roda em que um ficava no meio a dançar limbo ao contrĂ¡rio, pois era necessĂ¡rio que algo fosse gamado de dentro do distrito de Chelas, pois Ă© lĂ¡ que se fazem os mais banais tipos de coisa que se vĂªem aĂ pelas ruas, ou seja, prostituiĂ§Ă£o. E se alguĂ©m comesse computadores medievais. Entretanto decidiram fazer coisas roxas prĂ©-histĂ³ricas na casa do JosĂ© Castelo Branco onde o mesmo estava a tomar chĂ¡ com a Eva Mendes nua e com o Fernando Rocha, que por vezes dizia palavras exageradamente obscenas, como por exemplo: "Podia fazer o obsequiou...".
Enquanto isso, na Disney Land Paris, no cimo da torre do castelo, um coelho striptsava para mostrar que tem tanto potencial debaixo do galo, como em cima do fogo. Mas surgia um demĂ³nio grande e peludo com uma coisa a cair para um dos lados do seu grande pĂ©, que tinha duas unhas meio encravadas e tambĂ©m cheias de merda e com cabelos repugnantes e atĂ© metiam nojo ao Ogre do Érri, que mesmo assim nĂ£o era tĂ£o nojento como o presidente dos estados desunidos que por teimosia se juntaram para causar uma banca de limonada que vendia por preço de um simples copo seu que continha uma enorme bosta de coelho radioactivo roxo que cheirava pior que uma coisa que nĂ£o tinha nada a ver a capuchinha azul, cor-da-relva, da minha tia-avĂ³ Gertrudes, que era prima da tua mĂ£e. Quando esta queria um grande pudim feito de ranho de amendoim amanteigado jĂ¡ com casca, porque a tinham pendurado mesmo no teu grande avatar que nĂ£o comia carne de merda. Com este pau grosso que espetava mesmo no olho do JoĂ£o. E ele, coitado, saiu de casa sem saber o caminho de volta, pois era um bode sem grande sentido de orientaĂ§Ă£o.
Depois saltou graciosamente para cima de um grande pacote que afinal era feito de um material viscoso chamado: "Carne de Vitela", com um toque refinado de um pequeno e delicado morango de baunilha com toque de um camelo afrodisĂaco com cheiro a canguru verde e roxo acompanhado de um quĂmico meio desconhecido.
No dia seguinte, houve um desastre perto da casa onde, normalmente, alguĂ©m costuma dormir tranquilamente, este aconteceu depois de um cheiro de nĂveis desagradĂ¡veis Ă medida que quando sĂ£o libertados por orifĂcios traseiros, causam uma reacĂ§Ă£o tĂ³xica quĂmica. Mas nĂ£o fez efeito, pois um grande badalhoco, como o ZezĂ© Camarinha, nĂ£o engata suecas novas, sem utilizar certos utensĂlios de cozinha grandes e afiados, com formas cilĂndricas e quadradas. Depois começou a comer tudo o que havia no buffet. Quando terminou, foi Ă pesca de latas, botas, pneus, peixes, alforrecas e tubarões, para depois dos ovos mexidos caminharem pela estrada acima. Quando apareceu um lobisomem com grandes tintins e pintelhos deformados pelo uso, entĂ£o este saltou em cima de um grande cacto que jĂ¡ morreu, e que, infelizmente, ressuscitou no momento exacto em que saltou. Depois olhou Ă direita e viu uma grande bosta e pensou que poderia ser de uma grande vaca, chamada: "Lili Caneças", vestida com estranhos trapos velhos reduzidos, que o faziam os olhos arder tanto que atĂ© ficavam em cinzas. Mas de repente, vacas roxas arrotam para cima de pessoas demasiado chiques para conseguirem fugir de baleias deficientes que as atropelavam quando as trutas começaram a saltar para cima do barco a vapor. A electricidade, que acendia os farĂ³is do barco rebocador que arrebatava um ser muito infeliz e incompetente que mostrava ser muito parecido com aquele gajo que matava alguĂ©m naquele sitio muito conhecido, como na rua, mas mais acolhedor como em casa, fazendo com que ele se borrasse todo por uma miĂºda, gira como o cĂ©u que pisas e adoras, que deu um traque em cima da cabeça do gajo que pinta paredes caiadas de terra pelo cĂ©u acima e que estavam muito lindas e particularmente bem arranjadas e organizadas, de tal forma que morreram todos com muita dor e com amor, atĂ© estarem todos perplexos com o meu granda c#r3h6 de pequenas dimensões, cheio de coisas aparentemente impossĂveis de ver e imaginar, as quais somente marcam uma pessoas, ao imaginar e sequer pensar na tua coisa que fumega e tambĂ©m arde com um cheiro a gĂ¡s muitĂssimo mal-cheiroso.
4ª HistĂ³ria (EstĂ¡ a ser escrita!):
PortugĂ¡lia
Num belo dia...
-/EDIT-
Boas a tds,
este jogo ja tem sido feito em outros forums e até e bem divertido 3nodding
consiste em irmos desenvolvendo 1 historia em k cada pessoa pode postar apenas 3 palavras e nao pode fazer duplo post.
vamos la a ver no k vai dar!
vou começar eu com as 3 palavras + conhecidas nas histĂ³rias xp
ERA UMA VEZ ...
